Das Montanhas de Minas ao Oceano: Os Caminhos da Ciência para um Futuro Sustentável

20 a 25 de outubro de 2025

Trabalho 21407

ISSN 2237-9045
Instituição Universidade Federal de Viçosa
Nível Graduação
Modalidade Extensão
Área de conhecimento Ciências Biológicas e da Saúde
Área temática Dimensões Sociais: ODS3
Setor Departamento de Educação Física
Bolsa PIBEX
Conclusão de bolsa Não
Apoio financeiro UFV
Primeiro autor Amanda Oliveira Moreira
Orientador MIGUEL ARAUJO CARNEIRO JUNIOR
Outros membros Arthur Eduardo de Carvalho Quintão, Camile Victoria Pezo de Souza, Matheus Soares Faria, Patrick Muller Gomes, Pyetra Waleska Paluma Pereira, Ray do Nascimento Pereira, Taís Rodrigues Dias
Título Exercício físico supervisionado na profilaxia e tratamento dos fatores de risco cardiovascular em uma comunidade universitária: PROCARDIO-UFV
Resumo As doenças cardiovasculares representam um desafio para a saúde pública mundial, estando fortemente associadas a fatores de risco modificáveis, como sedentarismo, hipertensão arterial e excesso de peso. A prática regular e supervisionada de exercícios físicos é uma estratégia eficaz de prevenção e tratamento não farmacológico desses agravos. O Programa de Atenção à Saúde Cardiovascular (PROCARDIO) da Universidade Federal de Viçosa (UFV) objetiva contribuir para a prevenção e tratamento dos fatores de risco cardiovascular por meio da promoção da atividade física orientada, com foco na melhoria da saúde, aptidão física e qualidade de vida. O programa é voltado para estudantes, servidores e parentes de primeiro grau dos servidores. O início das atividades está condicionado à realização de uma avaliação física, envolvendo o Questionário de Prontidão para Atividade Física (PAR-Q), termo de consentimento livre e esclarecido, anamnese e atestado médico. Os treinos possuem a frequência de 2 ou 3 vezes por semana com duração de 50 minutos, e acontecem na Divisão de Saúde e no Departamento de Educação Física da UFV. A metodologia inclui treinamento multicomponente (TMC), com exercícios que desenvolvem as capacidades físicas: força, equilíbrio, resistência aeróbia e flexibilidade. O monitoramento da pressão arterial sistólica (PAS), da pressão arterial diastólica (PAD) e os resultados dos testes físicos de 10 participantes (9 mulheres e 1 homem, idade média de 54 ± 6 anos) foram utilizados para verificação dos efeitos do treinamento com duração de 6 meses, considerando critério mínimo de participação em 70% dos treinos. Foram medidos o peso corporal, flexibilidade da cadeia posterior do corpo (banco de Wells), força isométrica de membros superiores e da cadeia posterior do corpo (dinamômetro mecânico de tração vertical), força abdominal (número de repetições do abdominal supra em um minuto) e a força dinâmica de membros superiores (número de repetições de flexão de braços). Os dados foram analisados por teste T pareado para comparações antes e após o TMC. Não houve efeito do TMC sobre a PAS (antes: 123 ± 13 mmHg vs. depois: 117 ± 15 mmHg, p=0,165), PAD (antes: 72 ± 12 mmHg vs. 69 ± 11 mmHg), peso corporal (antes: 67,3 ± 11,7 kg vs. depois: 67,3 ± 10,4 kg, p = 0,922), força abdominal (antes: 38 ± 13 repetições vs. depois: 36 ± 12 repetições, p = 0,657) e na flexibilidade da cadeia posterior de corpo (antes: 31,9 ± 7,1 cm vs. depois: 30,9 ± 5,8 cm, p = 0,446). O TMC aumentou a força isométrica de membros superiores e da cadeia posterior do corpo (antes: 103 ± 29 kgf vs. depois: 120 ± 24 kgf, p = 0,006) e a força dinâmica de membros superiores (antes: 18 ± 5 repetições vs. 24 ± 7 repetições, p=0,03). Concluiu-se que o TMC aumentou a força isométrica de membros superiores/cadeia posterior do corpo e a força dinâmica dos membros superiores. Não alterou a PAS, PAD, peso, força abdominal e flexibilidade da cadeia posterior do corpo.
Palavras-chave Atividade Física, Saúde cardiovascular, Prevenção
Forma de apresentação..... Painel
Link para apresentação Painel
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