Das Montanhas de Minas ao Oceano: Os Caminhos da Ciência para um Futuro Sustentável

20 a 25 de outubro de 2025

Trabalho 22264

ISSN 2237-9045
Instituição Universidade Federal de Viçosa
Nível Graduação
Modalidade Pesquisa
Área de conhecimento Ciências Humanas e Sociais
Área temática Dimensões Econômicas: ODS9
Setor Departamento de Economia
Bolsa FAPEMIG
Conclusão de bolsa Não
Apoio financeiro FAPEMIG
Primeiro autor Indiele Martins Santos
Orientador LUCIANO DIAS DE CARVALHO
Título Políticas econômicas, Armadilha da renda média e Transição ecológica: um modelo macrodinâmico para análise do desenvolvimento sustentável brasileiro.
Resumo Nos últimos três séculos a Revolução Industrial proporcionou um contínuo e elevado processo de crescimento da produtividade do trabalho, da taxa de crescimento populacional e da produção de bens e serviços. Mas também causou intensa pressão ambiental, manifestada pela crescente emissão de tCO2e e pela atual crise climática. Nesse contexto, a transição para uma economia com menor pegada de carbono e maior participação de atividades produtivas verdes como proporção do PIB, surge como alternativa para conciliar à sustentabilidade ambiental com o desenvolvimento econômico. O artigo “Ecological Transition and Structural Change: A New-Developmentalist Analysis”, de Giulio Guarini e José Luis Oreiro, contribui para compreender os meios de conciliar desenvolvimento econômico e sustentabilidade ecológica de economias presas na armadilha da renda média, com tendência à sobreapreciação cambial. O objetivo desta iniciação científica é estudar alguns dos principais mecanismos de política econômica capazes de retirar o Brasil da armadilha da renda média e fazê-lo transitar para uma estrutura econômica industrializada e de elevada renda per capita, ao mesmo tempo em que reduz a desigualdade social e o nível de pressão ecológica e/ou degradação ambiental. em específico a presente pesquisa parte de três questões centrais não adequadamente contempladas na literatura. A saber: (i) o conflito de interesse entre os setores produtivos ditos “marrons” e “verdes”, isto é, entre setores cujos processos produtivos geram maior (ou menor) pressão ao ecossistema; (ii) a natureza distinta das taxas de crescimento do estoque de capital dos setores “marrons” e “verdes” e (iii) a dificuldade de demarcação do limiar entre um economia subdesenvolvida e “marrom” e outra desenvolvida e “verde”. Para tanto, pretende-se construir um modelo teórico para análise do desenvolvimento econômico brasileiro que seja ecologicamente sustentável. A metodologia a ser aplicada baseia-se na análise numérica, via simulação computacional, dos diferentes mecanismos de transição ecológica e desenvolvimento econômico verde a ser investigado a partir da calibração do modelo de acordo com os fatos estilizados da economia brasileira. Com essa pesquisa, espera-se chegar a um modelo capaz de contribuir para formulação de políticas macroeconômicas capazes de superar a armadilha da renda média por meio de uma trajetória de mudança estrutural verde. Além de conciliar o desenvolvimento econômico com o cumprimento das metas ambientais estabelecidas pelas Conferências Internacionais do Clima e pela iniciativa da ONU dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Palavras-chave Desenvolvimento Sustentável, Política Econômica, Mudança Estrutural Verde
Forma de apresentação..... Vídeo
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