| ISSN | 2237-9045 |
|---|---|
| Instituição | Universidade Federal de Viçosa |
| Nível | Graduação |
| Modalidade | Extensão |
| Área de conhecimento | Ciências Exatas e Tecnológicas |
| Área temática | Dimensões Sociais: ODS4 |
| Setor | Departamento de Arquitetura e Urbanismo |
| Bolsa | Outros |
| Conclusão de bolsa | Não |
| Apoio financeiro | Outros |
| Primeiro autor | Sarah Simão Rodrigues Gonçalves |
| Orientador | JOSARLETE MAGALHAES SOARES |
| Outros membros | Jonathan Oliveira Abrantes |
| Título | Reaproveitar, construir e sombrear: coberturas para as estruturas de bambu da Troca de Saberes |
| Resumo | A Troca de Saberes é um evento organizado pelo Núcleo de Educação do Campo e Agroecologia da UFV (ECOA), em parceria com a Pró-reitoria de Extensão e Cultura, e concebido a partir do diálogo junto ao movimento agroecológico da Zona da Mata mineira. Durante o primeiro semestre do ano 2025, as coberturas das estruturas itinerantes de bambu da Troca de Saberes foram definidas como um dos principais campos de experimentação prática do projeto de extensão Grupo de Trabalho em Bambu (GT Bambu), visto que a iniciativa surgiu da demanda por estruturas leves, sombreadas e de rápida montagem, capazes de abrigar atividades ao ar livre, no gramado. O foco esteve na criação de soluções sustentáveis, acessíveis e replicáveis, alinhadas aos princípios de reutilização de materiais e construção coletiva. Ademais, foi feita uma pesquisa extensa juntamente com os alunos da disciplina ARQ 494 - Projeto de Extensão II “Canteiro Experimental: Arquitetura Itinerante em Bambu”, em colaboração com o GT Bambu. Os objetivos centrais incluíram a investigação de alternativas de cobertura a partir de materiais reaproveitados, o estímulo ao trabalho colaborativo e à troca de saberes técnicos e empíricos, além da criação de estruturas que combinassem funcionalidade, simplicidade construtiva e adaptabilidade às condições locais. As ações envolveram: reutilização de tecidos já existentes, utilizados nas Trocas de Saberes anteriores; utilização de tecidos doados; oficina de costura para os membros do GT Bambu; concepção conjunta das formas e modos de montagem; realização de testes práticos de ancoragem e tensionamento; e adaptações feitas durante a execução das coberturas, em resposta a necessidades que surgiram ao longo das atividades. Como resultado, foram construídas coberturas eficazes no sombreamento, com montagem simples, estabilidade satisfatória e boa aceitação entre os usuários. O processo fortaleceu o engajamento do grupo e dos demais colaboradores “recrutados” na semana da pré-troca, promovendo aprendizado prático e valorização de técnicas artesanais e criativas. A apropriação coletiva do espaço e a articulação entre conhecimentos diversos revelaram-se elementos centrais para o sucesso da experiência. Conclui-se que o projeto demonstrou a viabilidade de soluções leves, sustentáveis e colaborativas para responder a desafios reais de infraestrutura temporária. O uso de materiais reaproveitados reforçou o compromisso ambiental do grupo e ampliou a compreensão sobre a potência do fazer coletivo na transformação dos espaços comuns. |
| Palavras-chave | arquitetura itinerante, coberturas, reaproveitamento de materiais |
| Forma de apresentação..... | Painel |
| Link para apresentação | Painel |
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