Das Montanhas de Minas ao Oceano: Os Caminhos da Ciência para um Futuro Sustentável

20 a 25 de outubro de 2025

Trabalho 21456

ISSN 2237-9045
Instituição Universidade Federal de Viçosa
Nível Ensino médio
Modalidade Extensão
Área de conhecimento Ciências Biológicas e da Saúde
Área temática Dimensões Ambientais: ODS15
Setor Departamento de Biologia Geral
Bolsa PIBEX Júnior
Conclusão de bolsa Não
Apoio financeiro UFV
Primeiro autor DANIEL MARQUES PERCINOTO
Orientador GINIA CEZAR BONTEMPO
Outros membros ALINE DUARTE BATISTA
Título Vivência de um estudante do CAp-COLUNI no projeto de extensão Trilheiros do Sauá
Resumo Este resumo tem como objetivo socializar a minha experiência como bolsista PIBEX Júnior. Ser estudante do ensino médio no CAp-COLUNI/UFV proporciona vivências que vão além do conteúdo das disciplinas. Participar do projeto de extensão Trilheiros do Sauá tem sido uma das experiências mais marcantes da minha trajetória escolar. O projeto realiza trilhas interpretativas com base na educação ambiental crítica, adaptadas a diferentes públicos, e tem como um de seus grandes diferenciais a formação de equipes compostas por estudantes da graduação e do ensino médio. Isso tem me possibilitado um convívio constante com colegas universitários e um contato direto com a prática extensionista da universidade. No projeto, compartilhamos responsabilidades: planejamos roteiros, discutimos os temas que serão abordados nas trilhas, realizamos estudos sobre educação ambiental e preparamos atividades educativas. Trabalhar com graduandos de diferentes cursos me mostrou que a universidade é feita de diálogo e cooperação e que, mesmo ainda no ensino médio, posso contribuir de forma ativa com ideias, leituras, e na própria mediação das trilhas. Ao lado deles, aprendi a escutar com atenção, adaptar a linguagem ao público, organizar o tempo e perceber o impacto que pequenas ações podem ter na formação de consciência ambiental em crianças, jovens e adultos. As trilhas acontecem na Mata da Biologia da UFV. Nesses espaços, recebemos grupos escolares e visitantes da comunidade em caminhadas educativas, em que buscamos provocar reflexões sobre as relações entre sociedade, natureza e território. A cada trilha, percebo como o trabalho em grupo e o respeito à diversidade de saberes são essenciais. A troca com os colegas da graduação não só enriquece os roteiros como também amplia minha visão sobre o mundo acadêmico e sobre a importância da extensão universitária. Uma das maiores contribuições dessa vivência tem sido o fortalecimento da minha autonomia, confiança e interesse por projetos científicos e sociais. O ambiente do projeto me acolheu como igual, mesmo sendo aluno do ensino médio. Isso rompeu a distância que muitas vezes imaginamos existir entre o colégio e a universidade. Hoje, compreendo com mais clareza o papel da UFV como uma instituição que dialoga com a sociedade, e me vejo, desde já, como parte ativa desse processo. Estar no Trilheiros do Sauá tem me ensinado que aprender vai muito além de decorar conteúdos. Aprender, nesse contexto, é ouvir o outro, interpretar o ambiente, transformar conhecimento em prática e se comprometer com causas coletivas. Conviver com colegas da graduação, participar das decisões do grupo e ver o impacto do nosso trabalho nas pessoas que participam das trilhas são experiências que levarei comigo, tanto para minha vida acadêmica quanto pessoal.
Palavras-chave Educação ambiental crítica, Ensino médio, Extensão universitária
Forma de apresentação..... Vídeo
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