Das Montanhas de Minas ao Oceano: Os Caminhos da Ciência para um Futuro Sustentável

20 a 25 de outubro de 2025

Trabalho 21408

ISSN 2237-9045
Instituição Universidade Federal de Viçosa
Nível Graduação
Modalidade Pesquisa
Área de conhecimento Ciências Agrárias
Área temática Dimensões Sociais: ODS2
Setor Departamento de Agronomia
Bolsa Não se Aplica
Conclusão de bolsa Não
Primeiro autor Júlia Ribeiro Dutra
Orientador LILIAN ESTRELA BORGES
Outros membros DANILO JOSE SANTOS GOMES, Eder Jorge de Oliveira, MARIHUS ALTOE BALDOTTO
Título Avaliação agronômica de genótipos de mandioca na região de Florestal-MG
Resumo A avaliação de genótipos em diferentes localidades e anos é uma fase importante no programa de melhoramento genético de plantas, visto que, a partir dela, é possível identificar e selecionar, segundo o desempenho dos genótipos, quais são os mais aptos para cada região. Logo, o trabalho foi realizado visando avaliar a interação genótipo x ambiente de dez cultivares de mandioca. O experimento foi conduzido na região de Florestal–MG, dos genótipos testados cinco eram provenientes do programa de melhoramento genético da Embrapa Mandioca e Fruticultura (2011-3441, 2011-3445, 2011-3464, 2011-3469 e 2012-107 002) e os outros cinco compostos de cultivares comerciais (BRS Poti Branca, BRS Dourada, BRS Eucalipto e BRS Kiriris). Foram realizados três plantios (novembro de 2019, dezembro de 2020 e março de 2022), utilizando manivas de 0,16 a 0,18 m de comprimento, o delineamento experimental foi feito em blocos casualizados com três repetições e o espaçamento empregado foi de 0,8 m (entre plantas) x 0,9 m (entre linhas). No momento do plantio, as covas foram adubadas com 8 gramas de superfosfato simples e 3 gramas de cloreto de potássio. O experimento foi conduzido por três anos e quatro meses. As colheitas foram realizadas em novembro de 2020, março de 2022 e abril de 2023. Onde foram coletados os seguintes dados: média da altura das plantas (ALT), peso da parte aérea (PPA), peso das raízes (PR), índice de colheita (IC), produtividade (PROD) e a quantidade de matéria seca (MS) pelo método gravimétrico. A partir dos dados coletados durante os três anos de experimento, foi realizada a média dos resultados, na qual foram submetidas à análise de variância (ANOVA) e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade, utilizando o programa estatístico Sisvar 5.6. Para o parâmetro altura, o clone 2011-3464 foi o que melhor se desenvolveu (3,02 m) enquanto o 2011-3441 obteve menor desempenho (2,50 m), os demais genótipos testados não apresentaram diferenças significativas entre si. Já para o teor de matéria seca, não foram observadas diferenças estatísticas entre nenhum dos genótipos testados. Em relação ao índice de colheita, a cultivar BRS Kiriris foi a que apresentou melhor resultado (0,489). Em contrapartida, a BRS Eucalipto foi a que apresentou o pior rendimento (0,287) para o parâmetro do índice de colheita. Por fim, com relação à produtividade, o clone 2011-3464 foi o que mais produziu na região (35,16 t/ha), já as cultivares BRS Eucalipto e o clone 2011-3441 foram os que apresentaram as piores produtividades na área (15,68 e 12,96 t/ha, respectivamente). Portanto, podemos concluir que o clone 2011-3464 foi o que melhor se adaptou à região durante os três anos de experimento, apresentando maior potencial produtivo na localidade.
Palavras-chave Manihot esculenta Crantz, melhoramento genético, melhoramento de plantas.
Forma de apresentação..... Painel
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