Das Montanhas de Minas ao Oceano: Os Caminhos da Ciência para um Futuro Sustentável

20 a 25 de outubro de 2025

Trabalho 21361

ISSN 2237-9045
Instituição Universidade Federal de Viçosa
Nível Graduação
Modalidade Pesquisa
Área de conhecimento Ciências Agrárias
Área temática Dimensões Ambientais: ODS12
Setor Departamento de Agronomia
Bolsa PIBIC/CNPq
Conclusão de bolsa Sim
Apoio financeiro CNPq
Primeiro autor Thales de Castro Carrara
Orientador FLAVIANE RIBEIRO CARVALHO
Outros membros Murillo Henrique Peixoto Oliveira, Pedro Henrique Mendes Pinto, Tainá Dias Vieira
Título Efeito da aplicação de cobalto na produtividade do algodoeiro
Resumo A produtividade do algodoeiro (Gossypium hirsutum L.) pode ser reduzida em função da abscisão de estruturas reprodutivas. O etileno atua como um indutor desse processo, e sua produção tende a aumentar em situações de estresse climático, como déficit hídrico e temperaturas elevadas. O cobalto, por outro lado, tem a capacidade de inibir a enzima ACC oxidase, responsável por uma das etapas da biossíntese do etileno. O objetivo com o trabalho foi avaliar o efeito de diferentes doses de cobalto na produtividade do algodoeiro. Para isso, um experimento foi conduzido em campo na Unidade de Ensino, Pesquisa e Extensão Grandes Culturas e Bioenergia da Universidade Federal de Viçosa, no município de Viçosa-MG. O experimento foi conduzido em delineamento em blocos casualizados, com cinco doses de cobalto (0, 3, 6, 9 e 12 mg) e três repetições. Cada parcela foi constituída por oito linhas, espaçadas em 0,90 m, com sete metros de comprimento. A semeadura do algodoeiro foi realizada no dia 4 de fevereiro de 2025, utilizando a cultivar DP 1746 B2RF. No dia 31 de março, quando as plantas estavam na fase de formação dos botões florais, aplicou-se o sulfato de cobalto com o uso de pulverizador costal. Aos 94 dias após a aplicação, a produtividade foi estimada por meio da contagem do número de estruturas reprodutivas por metro, multiplicado pelo peso do capulho fornecido pela empresa detentora da cultivar, e extrapolada para arrobas por hectare. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA) e foram realizadas regressões linear e polinomial para avaliar possíveis tendências entre a dose de cobalto e a estimativa de produtividade. A análise de variância indicou ausência de efeito da dose de cobalto sobre a estimativa produtividade do algodoeiro (p = 0,887). As análises de regressão linear (p = 0,919) e polinomial de segundo grau (p = 0,644) também não evidenciaram relação entre a dose de cobalto aplicada e a estimativa de produtividade. Portanto, nas condições em que o experimento foi conduzido, as doses de cobalto avaliadas não exerceram influência significativa sobre a estimativa de produtividade do algodoeiro.
Palavras-chave Algodão, etileno, abscisão
Forma de apresentação..... Vídeo
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