| ISSN |
2237-9045 |
| Instituição |
Universidade Federal de Viçosa |
| Nível |
Graduação |
| Modalidade |
Pesquisa |
| Área de conhecimento |
Ciências Biológicas e da Saúde |
| Área temática |
Dimensões Sociais: ODS2 |
| Setor |
Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular |
| Bolsa |
FAPEMIG |
| Conclusão de bolsa |
Sim |
| Apoio financeiro |
CAPES, CNPq, FAPEMIG |
| Primeiro autor |
Marcelle Eduarda de Oliveira |
| Orientador |
PEDRO AUGUSTO BRAGA DOS REIS |
| Outros membros |
Borys Alexander Leon Alcivar, Eduardo Bassi Simoni, ELIZABETH PACHECO BATISTA FONTES, Laura Davin Silva |
| Título |
Revelando o impacto da fosforilação de resíduos de AtRGS1 sob condições de estresse |
| Resumo |
Proteínas G heterotriméricas constituem uma classe de proteínas sinalizadoras que desempenham um papel fundamental em diversos processos celulares, como resposta hormonal, desenvolvimento, percepção de luz e respostas à estresses. Diferente de mamíferos, em que ativação e desativação é controlada por proteínas receptoras associadas à proteína G (GPCRs), essa sinalização em plantas depende da troca espontânea entre GTP/GDP na subunidade Gα. Em Arabidopsis thaliana, a regulação é associada à proteína reguladora da sinalização da proteína G (AtRGS1), que possui um domínio N-terminal com sete hélices transmembrana, uma região linker citoplasmática e o domínio conservado de RGS que interage com a subunidade Gα, promovendo a atividade GTPase. AtRGS1 contém múltiplos domínios de fosforilação, incluindo uma região cluster de serinas na cauda C-terminal e uma região única de fosforilação na região linker, que modulam a intensidade, duração e especificidade da sinalização mediada pela proteína G. As fosforilações mediadas por receptores quinases e quinases sem lisina (WNK) influenciam a estabilidade de AtRGS1 assim como localização celular e atividade, constituindo um mecanismo importante para regulação. Esse estudo busca elucidar o papel da fosforilação de AtRGS1 por meio da caracterização de respostas fenotípicas de mutantes fosfomiméticos e fosfunulos de AtRGS1 sob condições de estresse. Mutantes na região linker e C-terminal foram construídos e ensaios de estresse foram realizados, incluindo estresse no retículo endoplasmático (RE) induzido por tunicamicina, de seca e germinação em meios contendo tunicamicina e germinação no escuro. Os resultados indicaram que o mutante fosfomimético S278E apresenta maior tolerância sob condições de estresse no RE e hídrico e sob germinação em tunicamicina, enquanto o mutante fosfonulo S278A apresenta maior susceptibilidade. Já na germinação no escuro, o mutante S278E apresentou menor comprimento de hipocótilo. Em conjunto, esses resultados indicam que os padrões de fosforilação na região linker de AtRGS1 modulam as respostas à estresses, aumentando a resistência sob seca e morte celular induzida enquanto também afetam a adaptação à privação de luz. |
| Palavras-chave |
Sinalização G, RGS1, estresse abiótico |
| Forma de apresentação..... |
Vídeo |