Das Montanhas de Minas ao Oceano: Os Caminhos da Ciência para um Futuro Sustentável

20 a 25 de outubro de 2025

Trabalho 20837

ISSN 2237-9045
Instituição Universidade Federal de Viçosa
Nível Graduação
Modalidade Extensão
Área de conhecimento Ciências Biológicas e da Saúde
Área temática Dimensões Sociais: ODS3
Setor Departamento de Nutrição e Saúde
Bolsa PIBEX
Conclusão de bolsa Sim
Primeiro autor Maria Clara Oliveira Sereno
Orientador ANDREIA QUEIROZ RIBEIRO
Outros membros Jérsica Martins Bittencourt, Raissa Policarpo Rodrigues, RENATO PEREIRA DA SILVA, SIMONE MARTINS
Título Vivências formativas para autocuidado em saúde e envelhecimento: experiência na Universidade Aberta à Pessoa Idosa (UNAPI-UFV)
Resumo Introdução: O envelhecimento populacional, embora seja uma conquista, apresenta desafios importantes para o envelhecimento ativo e saudável, como a necessidade de adaptação a mudanças fisiológicas e sociais. Diante disso, o autocuidado no envelhecimento é fundamental, pois ele contribui para o bem-estar físico, mental e emocional, além de manter a autonomia e independência. Objetivo: Descrever o desenvolvimento, a aplicação e os principais resultados de uma formação sobre autocuidado voltada para pessoas idosas na Universidade Aberta à Pessoa Idosa (UNAPI-UFV). Descrição das principais ações: A formação foi realizada entre outubro e dezembro de 2024 na UNAPI, como parte do projeto de extensão “Mais vida aos anos: educação gerontológica para promoção do envelhecimento ativo e saudável” (registro nº 99749). Foram desenvolvidas sete oficinas semanais, com duração média de uma hora e meia cada. Buscou-se abordar temáticas acerca dos 7 I'S da geriatria, ou seja, as sete síndromes geriátricas mais frequentes. O primeiro encontro foi dedicado às “Boas-vindas à jornada de autocuidado”, com acolhimento e escuta sobre interesses e expectativas. Os demais encontros foram intitulados “Estratégias para buscar uma longevidade saudável”, “Conhecendo e prevenindo o risco de quedas”, “Segurança e conforto: desvendando a continência”, “Mentes brilhantes: estimulando a saúde cognitiva para melhor longevidade” e “Medicamentos e você: um guia prático”. O último encontro foi para encerramento e “Celebração da Longevidade Saudável”. Nos encontros, priorizou-se a comunicação em linguagem acessível, a utilização de recursos visuais adequados ao público 60+, como letras ampliadas, cores vivas, imagens ilustrativas, entre outros. Resultados: Participaram da formação 12 pessoas idosas, destas 91,6% mulheres, com idade média de 70,5 anos (desvio padrão = 5,8). Ao longo da formação, os participantes foram convidados a escolher uma mudança de comportamento voltada para seu maior autocuidado e, a cada encontro, essa questão era refletida e incentivada. Os participantes relataram mudanças no autocuidado, tais como em relação às quedas (remoção de tapetes e uso de sapatos adequados), medicamentos (armazenamento e descarte adequado, e a evitar automedicação) e na saúde mental (começaram a caminhar com frequência e a respirar mais devagar). Conclusão: A formação mostrou-se como uma ferramenta promissora na promoção do autocuidado e do envelhecimento saudável, por meio de atividades participativas e adaptadas à realidade das pessoas idosas. A experiência evidencia que intervenções simples e acessíveis podem gerar impactos positivos, favorecendo um envelhecimento ativo e saudável.
Palavras-chave Envelhecimento, Autocuidado, Saúde
Forma de apresentação..... Vídeo
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